segunda-feira, 20 de agosto de 2007

Laranja, laranjinha, sou ruiva e preciosa
Uma menina em chamas, inocente
Mostro a pele a quem observar
Severa nuvem que me destacou
Quero seguir-me para ver quem sou
Os olhos escurecidos levam-me para trás
Um carrossel arco-íris desviado
Ainda tenho fragilidade na língua
A boca treme, reneguei a idade
Muito nova para sepulturas
Longe da luz interior
Desculpa, mas já estou farta de estar em coma

Um comentário:

O Raposo, the Foxman disse...

Até a mais bela das laranjas acabará por cair na terra... senão for comida pelos pássaros antes disso.